domingo, 15 de julho de 2018

notas sobre a doideira que é viver

É muito louco esse role de existir, né, de se fazer presente na sua própria vida, tomar as rédeas, buscar consciência. é muito extenso, é muito expansivo e essa expansão é como uma progressão aritmética – logo eu que sempre peguei D.P em matemática usando essa expressão, não era de se imaginar, de fato – e é disso que eu to falando. de ciclicidade uma palavra que eu talvez tenha ouvido ou lido em algum lugar, talvez tenha acabado de inventar, do alto de minha prepotência de quem inventa palavras que já existem? talvez. e como boa inventora de palavras existentes mas que não se contenta com a descrição do dicionário, é justo que eu a defina:

ciclicidade, na minha visão subjetiva, é o movimento da vida nas nossas próprias vidas. metalinguagem pura. é você estar aberto pra vida. e a partir disso você poderá experienciar de forma prática a ciclicidade.

a vida sempre vai nos trazer à um ponto onde já estivemos – ciclos -mas nunca olharemos pra ele da mesmo maneira. as vezes teremos consciência de nossa visão anterior sobre a situação que for dada em questão. talvez não. mas algo mudou. sempre muda. e sempre estará mudando. é sobre estar disposto. o fenômeno da ciclicidade só se da pra quem se deu, simples e clichê, assim mesmo. pode ser sinômino de evolução ou maturidade, mas é ainda mais amplo. é olhar com carinho, com bons olhos, pra tudo que já foi deixado pra trás por mais piegas que pareça essa história toda. ciclicidade é a digestão da fome de comer o mundo.

então

bom apetite

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